Pesquisa (Português)

Enero 23, 2008


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12 respuestas a “Pesquisa (Português)”

  1. Eliane dice:

    Não creio que somente o teletrabalho seja inclusivo. Toda uma ação social é necessária antes disso. Explico: Pessoas com limitação de locomoção de classe média baixa, pobres, tem como prioridade principal se alimentar. Creio que se o governo oferecesse incentivo às empresas para fornecer ferramentas para o teletrabalho, haveria inclusão de fato.

  2. Solane Carvalho dice:

    Parabéns pela iniciativa da pesquisa acerca do Teletrabalho, forte tendência do mercado de trabalho mundial que privilegia a qualidade de produção do trabalhador, sua capacidade laborativa e potencial.
    Solane Carvalho
    Brasil

  3. Rita dice:

    Gostaria de obter mais informações sobre esta pesquisa.
    Agradeço.

    Rita

  4. Maria Lucia Nacif de Araujo dice:

    Estou ansiosa por começar meu teletrabalho, não só para aprender, mas quem sabe, para também contribuir! Todos sabemos alguma coisa com que podemos compartilhar com nossos semelhantes; da mesma forma, sempre estaremos necessitando de orientações para as atividades do cotidiano. Tenho certeza que seremos, todos, uma grande rede de saberes. Saudações! Maria Lucia

  5. Leandra Migotto Certeza dice:

    Só aceitarei propostas de teletrabalho, exclusivamente, dentro da minha área de atuação, de acordo com o seguinte perfil profissional:

    Bacharel em Comunicação Social/Produção Editorial pela Universidade Anhembi Morumbi (1996 a 1999). Jornalista desde 1998 (MTb 40546). Apta a realizar os serviços de pauta, repórter, cobertura de eventos, matérias, entrevistas, pesquisas revisão comparativa simples, edição de textos, assessoria de imprensa, atendimento ao leitor, crônicas, artigos e colunas. Elaboração de textos para quarta-capa, orelhas e prefácios de obras literárias, roteiros para o meio impresso e/ou audiovisual, projetos editoriais e de responsabilidade social corporativa, empresarial, e educacional, e monitoria educacional, artística. Atua também, como ativista em Direitos Humanos e é consultora em inclusão, ministrando palestras, workshops, oficinas, aulas, cursos, treinamentos, acompanhamento de projetos sociais com ênfase em cidadãos com deficiência e voluntariado.

  6. vicente paulo schuh dice:

    Tenho certeza que o teletrabalho para muitos deficientes seria a melhor saida para inclusão no mercado de trabalho para a maioria e para muitos para complementar sua renda familiar. Trabalhei por 20 anos em uma entidade de deficientes fisicos e percebi que a inclusão para muitos é melhor presencial, mas para uma quantidade considerável, essa não á possível. Assim agradeço a quem teve o bela iniciativa de começar com esse projeto(teletrabalho). No meu caso, eu tenho a ferramenta(internet) e o dia inteiro livre para execução de qualquer trabalho, uma vez que eu saiba fazê-lo. Um grande abraço a todos da rede, com carinho, Vicente Paulo Schuh

  7. Jean Felipe Cardoso dice:

    Fico realmente contente em saber que, talvez, o valor e capacidade profissional dos portadores de deficiência estejam agora sendo
    reconhecidos pela sociedade, que tinha a imagem do deficiente como alguém incapás de exercer seu papel
    tal como um sidadão qualquer, isto é, contribuir para o desenvolvimento da sociedade dentro de suas
    qualificações, muito embora não é possível dizer ainda que um portador de deficiência possa
    ter qualificação em alguma área do conhecimento devido a problemas de estruturação das
    instituições de ensino superior e, como sempre, da educação desde o ensino fundamental que ainda é
    precária aqui no Brasil.
    Com relação as instituições de ensino superior, apenas para abrir um parênteses, não estão
    como um todo preparadas para prestar adequada assistência aos portadores de deficiência -
    isto pode ser muito bem observado ao prestar vestibular para uma universidade qualquer -
    repito - há exceções, mas isto também é um entrave para dificultar a inserssão do
    deficiente no mercado de trabalho. Não importa se o trabalho será à distância ou não,
    porque para exercer qualquer atividade primeiro é preciso ter qualificação, formação
    em alguma área do conhecimento.

  8. Jean dice:

    Creio que o teletrabalho seria mais uma oportunidade para os deficientes visuais, porém, as empresas não podem entender isso como um processo queirá facilitar e excluílo do local de trabalho, fazendo com que todo o processo de inclusão social seja perdido.

  9. Cristian Alvez fernandes dice:

    Espero que esta iniciativa, do telemercado venha a ser uma realidade não apenas teorica como, as leis de cota, para encluir o deficiente no mercado de trabalho no Brasil.Mas que possa ser uma iniciativa na pratica que realmente venha a encluir todas as pessoas com deficiencia no mercado de trabalho em definido, se a pessoas tenha um grau de escolaridade,

  10. Tereza Cristina De Souza Dornelles dice:

    Hoje a gente só trabalha com computador e as pessoas pobres não tem como comprar. As prestações mensais são muito caras. Deveria de ter planos para compra de computador com preços acessíveis para as pessoas com menos receita.

  11. Franciele Moro Zanon dice:

    Acredito que no mundo em que vivemos com tanto preconceito, principalmente em se tratando de Portadores de Necessidades Especiais, é de suma importancia o trabalho do telemercado, visto que precisamos de pessoas que acreditam no potencial dessas pessoas, tornando um mundo com menos injustiças e desigualdades.

  12. Projeto Telecapacitados « Banheiro para deficientes fisicos dice:

    […] de todos (pessoas com deficiência) para responder a um breve questionário (5 minutos) clicando em telecapacitados.tic.org.ar/blog/pesquisa e em seguida […]